Jordânia, Israel e Palestina

A chamada “Terra Santa” certamente esta na lista – e provavelmente no topo dela – de muita gente. Ficou na nossa por um bom tempo e a viagem à terra sagrada para Judeus, Cristãos e Muçulmanos saiu em 2014 dos planos para a realidade.

Até os mais agnósticos certamente não conseguirão ficar indiferentes à religiosidade e importância histórica de certos locais. Jerusalém além de uma linda cidade é um local mágico por ser um centro importante das 3 principais religiões abraâmicas. Respeite os locais sagrados, não converse alto (melhor mesmo não conversar) nestes locais (infelizmente a co-pilota ouviu por exemplo uma brasileira falando alto no telefone quando estava próxima do muro das lamentações), vista-se adequadamente e siga a etiqueta (colocando o quipá por exemplo) do local, em dúvida pergunte, as pessoas não se sentirão ofendidas e irão ajudar.

Terra SantaPerguntas como: “não estão com medo das tensões sócio-político-religiosas na região?” foram frequentes, e uma certa a apreensão existiu até o momento em que voltamos para casa, no entanto, analisando alguns números concluí-se que geralmente o risco de algo acontecer em outros lugares é maior que na Terra Santa. A preocupação fica de haver alguma revolta, algum atentado, ou ainda pior uma guerra. Felizmente nossa viagem correu de forma bastante pacífica e sem nenhum grande evento.

Com o tempo que tínhamos disponível precisamos decidir bem quais seriam os lugares que iríamos visitar e obviamente que não conseguimos incluir em nosso roteiro todos lugares que gostaríamos, uma boa desculpa para voltarmos um dia. 😉

O relato terá 10 capítulos, e neste primeiro contarei sobre o planejamento e algumas dicas que consideramos importantes.

1 – Introdução e planejamento

2 – Amman, Jerash e Castelo de Ajloun

3 – Um er-Rasas, Madaba, Monte Nebo e Mar Morto

4 – Betânia do Além-Jordão, Wadi Mujib, Castelos Karak e Shobak

5 – Petra

6 – Aqaba, Masada e Qumran

7 – Mosteiro de São Sabas, Jericó, Heródion e Belém

8 – Jerusalém e Ein Kerem

9 – Caesarea, Mar da Galiléia e Nazaré

10 – Tel Aviv

Meios de transporte, fronteira e alguns detalhes mais:

Com basicamente pouco mais de 2 semanas, precisamos decidir quais lugares queríamos ver, onde estabelecer as bases e de qual forma realizar os deslocamentos. Depois de alguma pesquisa e perguntando para alguns amigos que são originalmente ou que visitaram a região, decidimos que faríamos de forma independente visitando a maioria dos lugares de carro.

Alguns amigos Israelitas nos avisaram para planejarmos bem alguns detalhes no Shabbat, o dia de descanso judeu, pois muitos estabelecimentos comerciais não abrem em Israel. No roteiro original, cruzaríamos a fronteira de Aqaba para Eilat no sul dos países num sábado pela manhã, porém não conseguiríamos alugar o carro até o domingo pela manhã pois as locadoras fechariam a partir de sexta no meio da tarde. Para ajudar na decisão, os hotéis em Eilat estavam cerca de 50% mais caros que em Aqaba, assim decidimos ficar o dia no Mar vermelho em Aqaba e cruzar a fronteira num domingo pela manhã.

Reservamos o carro no aeroporto de Amman e devolvemos o carro num sábado à tarde no centro da cidade de Aqaba. Para a segunda parte, reservamos o carro em Eilat num domingo pela manhã e devolvemos no aeroporto de Tel Aviv logo antes de nossa partida. Alugamos ambos pela Avis e na Jordânia nos deram um Nissan Sunny que mostrava bastante os efeitos do tempo e que cheirava um pouco à tabaco, mas era o único disponível no qual caberia as malas de 3 pessoas e decidimos ficar com ele. Deixei o seguro pelo cartão de crédito, porém em Israel fui obrigado a pagar o seguro de terceiros. Em Israel recebemos um Toyota Corolla novo, espaçoso e cheiroso pela metade do preço que pagamos na Jordânia.

As estrada são boas tanto na Jordânia quanto em Israel, porém, principalmente na Jordânia, os motoristas são um pouco “imprudentes”, assim recomendo atenção dobrada principalmente nas estradas menores. O visual é tremendo:

Estrada JordâniaEstrada Israel

No dia que fomos à Palestina (Cisjordânia) decidimos contratar um guia particular para não termos que guiar com um carro com placa de Israel por lá. Pelo que pesquisei, em geral não há problema e há gente que visita a Cisjordânia de carro de forma independente, mas como seguros muitas vezes não cobrem a região e há relatos de agressão a carros com placas israelitas pela população palestina, recomendo esta parte com guia.

IMPORTANTE: Argélia, Irã, Iraque, Líbano, Líbia, Arábia Saudita, Síria, Sudão Emirados Árabes Unidos e Iémen não permitem a entrada de pessoas com evidências de entrada em Israel (carimbo no passaporte), mas pesquise antes pois esta situação pode mudar. A alternativa é pedir na migração em Israel para que eles carimbem um papel separado ao invés do passaporte. Porém na fronteira entre Aqaba e Eilat, a migração Jordana irá carimbar o passaporte deixando assim a evidência de entrada em Israel. Para evitar esta situação, a alternativa é a fronteira de Allenby Bridge, onde a migração Jordana não carimba o passaporte.

Cruzamos a fronteira da Jordânia para Israel pelo sul em Aqaba/Eilat, a chamada Wadi Araba Crossing / Yitzhak Rabin e tivemos nossos passaportes carimbados por ambos países. Para chegarmos à migração Jordana, tomamos um taxi de nosso hotel que custou cerca de 12 JD, há relatos que no trajeto reverso cobram isto por pessoa. A migração Jordana foi um pouco desorganizada e não havia funcionários em alguns dos guichês, mas após pagarmos 10JD por pessoa, recebemos os carimbos e fomos em direção a Israel.

Migração Jordânia

Antes de chegarmos em Israel, caminhamos com nossas malas por cerca de 200 metros em uma “Terra de Ninguém”. Haviam pouquíssimas pessoas no nosso sentido, enquanto que no sentido reverso (Israel-Jordânia) haviam muitas pessoas, provavelmente para day-trips para Petra ou algum outro lugar.

Saindo da Jordânia Chegando em Israel

A migração em Israel era extremamente mais organizada mas também muito mais restrita. Depois de passarmos pelo detetor de metais abriram uma de nossas malas, revistando ela inteiramente. Após recebermos o “ok” fomos ao guichê onde um funcionário fez as perguntas normais: “quanto tempo, o que pretendem visitar, onde moram?” e depois carimbou nossos passaportes, fomos sempre tratados com muita educação, inclusive quando revistaram a mala.

Perguntei para o segurança da saída como poderia conseguir um taxi até o centro de Eilat e ele disse que chamaria. Após 5 minutos nosso taxi chegou e o motorista disse que cobraria $13 – aceitou em dólares americanos mesmo, pois eu ainda não tinha Shekels – para nos levar até o centro de Eilat onde alugaríamos nosso carro.

Do nosso hotel em Aqaba até o centro de Eilat o processo levou cerca de 1 hora e foi bastante tranquilo, mas acredito que no sentido inverso levaríamos uns 30 minutos extra pela quantidade de pessoas que observamos.

Celular:

Na chegada em Amman, comprei um simcard (chip) da operadora Zain. Apresentei meu passaporte, o funcionário fez o registro que levou uns 5 minutos e por cerca de 12.5JD sai com um plano que por 1 mês incluía voz, mensagens e mais 1GB de dados dos quais utilizei cerca de 600MB e o melhor de tudo: sinal 4G em praticamente todos lugares que estivemos.

Por recomendação de alguns amigos, não compramos nenhum plano de celular em Israel pois há hotspots de wi-fi em várias partes do pais. Em Tel Aviv há inclusive hotspots abertos nas ruas. Além disso, quando estivemos próximos à Jordânia (Masada, Qumran, Jericó) o sinal de celular da Zain na Jordânia voltou a ficar disponível. Utilizei o Googlemaps como GPS para nos guiar e funcionou bem na grande maioria das vezes.

Segurança

Conforme comentei anteriormente, tudo correu de forma bastante pacífica. Porém, nos hotéis na Jordânia havia detetores de metais em todas entradas e vimos algumas vezes militares com metralhadoras.

Em Israel foi comum vermos militares (muitos deles bastante jovens) com metralhadoras, blindados pelas estradas, e na transição que fizemos ao território Palestino vimos também alguns militares palestinos. Por duas vezes (em Masada e na Palestina) ouvi e vi caças da forca aérea de Israel sobrevoando, em uma das vezes consegui ver que eram F-16s.

No aeroporto de Tel Aviv (Ben Gurion) a segurança é mais exigente e diferentemente de outros aeroportos no mundo a recomendação é de chegar com pelo menos 3 horas de antecedência. Antes do check-in, um agente fez diversas perguntas: “qual a razão da visita? conhecem alguém na Jordânia? Por quais lugares passaram e visitaram?”.

Itens essenciais:

Estivemos na região nas duas primeiras semanas de maio e o clima variou drasticamente. Em Amman, Petra e Jerusalém fazia cerca de 25 Celsius durante o dia, mas a temperatura baixava bastante à noite algumas vezes baixando para 10 Celsius. Em Jerash pegamos 39 graus mas com baixíssima humidade. No Mar Morto e no Mar da Galileia, fez mais de 30 graus e com alguma humidade. Finalmente em Aqaba e em Tel Aviv as temperaturas foram mais constantes durante o dia e a noite entre 18 e 24 Celsius.

Para acomodar esta variação grande de temperatura e para podermos entrar nos lugares sagrados que requerem mais sobriedade levamos daquelas calças que viram bermudas com parte removível com zíper na altura dos joelhos, camisetas de mangas que sempre cobriam os ombros, e para algumas situações – como um jantar em um rooftop em Jerusalem – uma roupa ligeiramente mais formal (um business casual).

Protetor solar é indispensável assim como bons chapéus. Eu sempre carrego 1 bateria extra para a câmera principal e 2 para meu telefone. Para a visita em Wadi Mujib e para o mergulho/snorkeling levamos material fotográfico a prova d’água (GoPro por exemplo) e é importantíssimo estar sempre com água potável todo o tempo para evitar desidratação. Decidimos levar nossas máscaras e botas de mergulho, as máscaras utilizamos somente em Aqaba já as botas também foram muito úteis em Wadi Mujib. Indispensável deixar algum espaço para comprar artesanatos e produtos do mar morto. Para evitar stress no pescoço com minha DLSR, utilizo o BlackRapid Strap que deixa os pesos da câmera no ombro, não diria que é indispensável, mas ajuda em qualquer viagem que carregue minha camera e lentes pesadas.

Ready to explore

Dinheiro

A moeda da Jordânia é o Dinar que desde 1995 tem cotação praticamente fixa com relação ao dólar americano. Os locais referem-se a moeda como JD (pronuncia em inglés). No aeroporto antes de pagar a taxa do visto (JD40 por pessoa) há casas de câmbio onde pode-se por taxas relativamente justas trocar dinheiro. Cartões de crédito foram aceitos na grande maioria dos restaurantes, lojas, e inclusive nas entradas de algumas atrações turísticas. Somente em Jerash haviam vendedores de souvenirs aceitando USD ou EUR.

Em Israel e na Cisjordânia a moeda utilizada é o Shekel – na verdade New Israeli Shekel. Em Jerusalém algumas lojas diziam aceitar dólares e euros e os guias com os quais conversamos pediram dólares americanos. Cartões de créditos eram aceitos em praticamente todos restaurantes e em diversas lojas bem como entrada de atrações turísticas.

Guias e tickets

Fizemos quase tudo de forma independente consultando os guias eletrônicos (para Kindle) da Jordânia e Israel e Territórios Palestinos da Lonely Planet, e o guia impresso da DK Eyewitness (guia visual da Folha no Brasil) Jerusalém, Israel, Petra & Sinai (que na verdade contém mais informações do que o título). Antes da viagem, consultamos alguns blogs como o Viaje na Viagem, Gabriel Quer Viajar, Mikix entre outros.

Em Petra pensamos em contratar um guia, porém achamos que o preço (50JD) era demasiado caro para o que oferecia (somente 2 horas pelo Siq até o Tesouro), além disso somente havia disponíveis guias em Inglês e uma pessoa de nosso pequeno grupo apesar de falar Português e Italiano não controla muito bem o Inglês. Resolvemos seguir com nossos livros mais o mapa que distribuem na entrada. Obviamente que perdemos alguns detalhes, mas com um pouco de paciência e dedicação acredito que conseguimos entender bem o parque.

Conforme já relatado na Cisjordânia contratamos um serviço de guia particular pelo dia todo para visitar Mar Saba, Jericó, Herodium e Belém. Nosso guia era um palestino cristão que se chama Adel, foi muito prestativo e paciente, além de ter passado umas 2 horas do tempo que havíamos combinado sem cobrar nada extra e ainda comprando frutas e doces locais, claro que recebeu uma boa gorjeta extra. Contratamos o serviço com o Israel Private Tour Guide, não foi barato mas o serviço foi profissional.

Em Jerusalém  resolvemos contratar um guia por um dia para nos explicar a Via Dolorosa, a Igreja do Santo Sepulcro e sobrando tempo algo mais (fomos para a bela vila de Ein Kerem). Recomendo 2 com os quais tive contato o Menash (+9 720 526 379 084) e o Ephraim (+972 542 126 534) que foi o que nos guiou. Ambos com português perfeito e posso dizer que o “hermano” Ephraim (nascido na Argentina) conhece muito da história da extraordinária Jerusalém tanto do lado cristão quanto judeu.

O site da Israel Nature and Parks Authority contém informações detalhadas das atrações históricas e naturais controladas pelo governo de Israel (algumas delas em território palestino). Além das convencionais informações de quais são os locais e como chegar, há também o tempo recomendado de visita. Em Masada compramos por NIS150 (cerca de USD45) um ticket que permitia entrar em 65 locais, sendo que se for utilizado em 4 o investimento já é recuperado!

Hoteis

Para explorarmos cada uma das regiões e locais de nosso interesse, nossas bases ficaram divididas assim:

Amman: 3 noites no Grand Hyatt. Ótimo hotel com quartos amplos e novos, serviço excelente, estacionamento incluído e localização central. Comemos na primeira noite em um dos restaurantes e os quibes, hummus e kebabs que pedimos estavam espetaculares. Café da manhã estava excepcional e com muitas especialidades árabes. Wifi por toda propriedade, mas dependendo do tipo de reserva pode ter custo extra.

Mar Morto: 2 noites no Holiday Inn Resort Dead Sea. Esta na ponta norte do Mar Morto mais distante de onde estão a maioria dos resorts da região. O hotel é amplo, com muitas piscinas e tem acesso direto ao Mar Morto, porém a praia estava em “manutenção” com alguns tratores trabalhando durante o dia, fiquei bastante decepcionado com isto, mas ainda assim conseguimos aproveitar o Mar Morto. O quarto era amplo, o serviço bom, mas os restaurantes eram demasiado caros para o que ofereciam, eles sabem que os hóspedes estão “presos” lá. Wifi aberto por toda propriedade.

Wadi Musa: 3 noites no Petra Guesthouse hotel. Simplesmente não há melhor localização para explorar Petra pois o hotel está literalmente na entrada do Parque. Os quartos não impressionam e a quantidade de tomadas no quarto era inadequada (rodízio para carregar câmeras e telefones aborreceu um pouco). No hotel está o Cave Bar que fica numa tumba de pedra de 2 mil anos dos Nabateus, ótimo local para descansar depois das grandes caminhadas em Petra.

Aqaba: 1 noite no Double Tree. Ótimo hotel, bastante central e com bastantes opções de restaurantes na proximidade. O café da manhã estava muito bom e gostamos muito da piscina do hotel onde apreciamos um lindo pôr-do-sol depois de um dia de mergulho no Mar Vermelho. Me incomodou um pouco os grandes grupos e a quantidade de ônibus que obstruíam a entrada do hotel no inicio da manha e final da tarde que estivemos lá.

Jerusalém: 4 noites no Pontifical Institute Notre Dame of Jerusalem. A linda propriedade do Vaticano é um dos locais de encontro de grupos de peregrinos e clérigos católicos na terra santa. Em todos momentos víamos padres e freiras (algumas vezes não católicos) pelo Instituto. Muito próximo à cidade antiga (Old Town), à pé levamos aproximadamente 15 minutos até a Porta de Damasco (Damascus Gate) e 5 até a Porta Nova (New Gate). Há um restaurante no rooftop com vistas lindas do Dome of the Rock e do Monte das Oliveiras, excelente para o pôr-do-sol. Os quartos são bastante simples, não há TVs (não sentimos a menor falta) e o banheiro acanhado. O estacionamento é gratuito e apesar de sempre estar com muitos carros não tivemos problema em encontrar vagas. Wi-fi somente no Lobby.

Tel Aviv: 3 noites no The Diaghilev Live Art Boutique Hotel. Próximo à Rothschild Boulevard é possível fazer quase tudo à pé. Há vários restaurantes e alguns mercados bem próximos. Os quartos e banheiros eram amplos e o servico ótimo. Garagem próxima (USD15 por dia) e Wi-fi aberto por toda propriedade. Fomos recebidos com um “welcome drink” e o check-in ocorreu 1 hora antes e check-out 1 hora depois dos horários marcados.

Segue um preview das fotos:

Jordânia (الأردن‎)

 

Amman (عمان):

AmmanMesquita King Abdullah IRuínas Romanas, AmmanTeatro Romano, Amman

Jerash (جرش,) e Ajloun (عجلون‎):

JerashJerashLebanon House, JerashAjloun

Umm er-Rasas (أم الرّصاص), Madaba (مادبا), Monte Nebo (הַר נְבוֹ | جبل نيبو) e
Mar Morto (ים המלח | البحر الميت):

Umm er-RasasMadabaMt NeboMar Morto

Betânia do Além-Jordão(بیت برہ), Wadi Mujib (محمية الموجب), Castelo Karak (مدينة الكرك), e Shobak (قلعة مونتريال):

Betânia do Além-JordãoWadi MujibWadi MujibCastelo KarakCastelo KarakShobakShobakShobak

Petra (البتراء):

Petra by nightPetra - SiqPetra - Al KhaznehPetra - formações rochosasPetra - Royal TombsPetra - cabrasPetra - subindo para o MonastérioPetra - MonastérioPetra - subindo para o High place of SacrificePetra - High Place of Sacrifice Petra - Adeus Al KhaznehPetra - Siq, por onde tudo começou

Aqaba (العقبة):

Mergulho mar vermelhoMergulho Mar Vermelho

 

Israel (إِسْرَائِيلُ | יִשְׂרָאֵל)

Masada (מצדה) e Qumran (خربة قمران | קומראן):

MasadaMasadaMasadaQumran

Mosteiro de São Sabas (מנזר מר סבא | دير مار سابا‎), Jericó (יְרִיחוֹ | أريحا‎), Heródio (هيروديون הרודיון) e Belém (בֵּית לֶחֶם | بيت لحم):

Mar SabaMonastério da TentaçãoJericó vista do Monastério da TentaçãoHeródioOnde Jesus Nasceu - BelémGruta do Leite

Jerusalém (القُدس | יְרוּשָׁלַיִם):

JerusalémJerusalém do Monte das OliveirasMuro das LamentaçõesAustrian HospiceVia DolorosaSanto SepulcroTunel do Muro das lamentaçõesPorta de DamascoSanto Sepulcro - onde Jesus foi crucificadoRockefeller Museum

Caesarea ( قيسارية | קֵיסָרְיָה‎), Mar da Galiléia (יָם כִּנֶּרֶת‎ | بحيرة طبريا) e Nazaré (נָצְרַת  النَّاصِرَة‎):

Aqueduto de CaesareaCaesareaIgreja da Multiplicação dos Pães e PeixesIgreja do Primado de São PedroMar da Galiléia e Igreja do Primado de São PedroMar da Galiléia visto do Monte das Bem-aventurançasBasílica da Anunciação, NazaréBasílica da Anunciação, Nazaré

Tel Aviv (תֵּל־אָבִיב):

Tel Aviv Museum of Art (TAMA)Menashe Kadishman at Tel Aviv Musem of ArtAi Weiwei at TAMAOld Jaffa Old JaffaMosteiro de São NicolauBauhaus Tel AvivPromenade Tel Aviv

 

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8 respostas em “Jordânia, Israel e Palestina

  1. Philipp,
    Que viagem, hein? Maravilhosa!
    Espero ter oportunidade de conhecer a Terra Santa. Adorei as dicas e as fotos estão lindas. Parabéns!

    • Georgia

      Espero que este e os próximos posts possam ajudar, dado que suas dicas foram tão preciosas para nossa viagem à Ásia!

      Obrigado!

      PS as fotos aqui são somente as tiradas com o celular, o melhor está ainda por vir 😉

  2. Bom dia.
    Parabéns pela viagem e pelo relato! Estou pesquisando sobre essa viagem (Israel e Jordania) e seu post foi muito útil.
    Com relação à contratação do guia para visitar a palestina, qual foi o valor pago? Queremos visitar Belem, Jericó, Masada, os mosteiros e o mar morto, reservaremos 3 dias para isso.
    Obrigado!

    • Obrigado Eduardo.

      Há várias opções de guias, privados, grupos, etc.

      Na minha opinião, com 3 dias dá para fazer bem o roteiro que vocês está pensando, obviamente que em condições normals (olho no atual conflito). Dá uma olhada aqui e veja alguns dos operadores recomendados: http://www.tripadvisor.com/Attractions-g293983-Activities-c25-Jerusalem_Jerusalem_District.html

      Os que escolhemos e tivemos contatos estão listados no post. Preços é melhor você consultar diretamente pois as condições (privado ou grupo), tempo de tour, locais podem influenciar bastante os preços, mas adianto que achei um bocado puxado mas muito profissionais e sabiam muito da história.

      Abraço

  3. Pingback: A Jordânia na prática | gabrielquerviajar.com.br

  4. Eduardo,
    só temos que agradecer pelas informações.Gostaria,ainda,de saber sobre:
    -limites de velocidade nas estradas percorridas;
    -nível de “exigências” dos policiais nas estradas;
    -média de preços dos hotéis e refeições.
    Obrigado e um grande abraço!
    idovaldo.

    • Idovaldo, não sei se o Eduardo vai voltar para responder, mas já que o blog é meu vou responder o que lembro 😀

      – limite de velocidade: se não me falha a memória 120km/h na auto estradas e 80km/h nas secundárias tanto na Jordânia quanto em Israel
      – Não sei o nível de exigência, mas recomendo sempre respeitar as leis e ser prudente, especialmente nestes lugares: imagina ter que se explicar para um guarda árabe!
      – Para hotéis faça uma busca no Tripadvisor, Booking ou no Hotels.com, tudo depende do nível de conforto e orçamento de cada um. Mas adianto que na Jordânia os preços são bem mais em conta que em Israel. Alimentação também pode variar muito, mas come-se um bom Shish Taouk na Jordânia ou um prato de Hommus por cerca de USD10, mas novamente isto é muito relativo.

      Abraço

  5. Pingback: A Jordânia na prática – Gabriel Quer Viajar

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